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The Hunger Games fanart by OCarlitos
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The Hunger Games fanart by OCarlitos

    • #Hunger Games
    • #Fanart
    • #Illustration
    • #Katniss
    • #Peeta
    • #Mockingjay
  • 2 months ago
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Uma das experiências mais agradáveis que se pode ter com o cinema é ir assistir um filme sem muitas expectativas e se surpreender com o resultado final. Foi exatamente isso o que aconteceu comigo ao assistir Jogos Vorazes nessa última sexta. O motivo do meu pessimismo? O marketing imenso (diria até anti-marketing) que fizeram em torno do filme, vendendo-o como um “Novo Harry Potter e Crepúsculo”.
A estratégia da produtora nacional visa um público bem delimitado, mas pode acabar se mostrando um tiro no pé ao afastar das salas um público que não suporta essas duas séries, cuja única semelhança com Jogos Vorazes é o fato de serem adaptações pro cinema de livros pro público jovem.
E por falar em comparações, a velha polêmica em torno de Jogos Vorazes ser uma cópia de Battle Royale se mostra bem capenga, uma vez que as duas obras possuem naturezas bastante diversas. Enquanto a violência é vista na obra japonesa como fetiche, em Jogos Vorazes ela é apenas uma forma de reforçar o sofrimento daqueles que se opuseram/opõem ao sistema injusto que domina o mundo onde a trama se desenrola.
Não vou perder tempo aqui fazendo um resumo da história, a única coisa que preciso ressaltar é o tom deliciosamente subversivo e o ritmo dado à trama. Sem se prender ao discurso político barato, a história de Suzanne Colins nos leva a refletir sobre a a selvageria da sociedade do espetáculo, a forma como símbolos são criados e como o desejo de revolta é motivado também por pequenos gestos, tudo isso na dose certa para uma obra de entretenimento.
Quem já teve contato com os livros vai se sentir revisitando as páginas da obra, uma vez que a própria autora é uma das roteiristas do filme. O que garante que mesmo as cenas que não estavam no livro se encaixassem no filme de forma orgânica, como os diálogos do Presidente Snow com o organizador dos Jogos, Sêneca Crane e, principalmente, a cena envolvendo um dos Distritos que vêem logo após a morte mais dolorosa do filme que, aliás, é de partir o coração.
Outro motivo que contribuiu para a boa adaptação do filme foi a escolha dos atores, que não poderiam ser mais acertada. Quando digo isso me refiro especialmente à dupla de personagens principais. Jennifer Lawrence constrói sua personagem com maestria, e me arrisco a dizer que a Katniss do filme é bem mais interessante que a do livro, talvez por vir amparada pela beleza e charme irresistível da atriz. Já Josh Hutcheston foi uma surpresa pra mim, eu esperava uma atuação bem mais canastrona, e o que vi foi um Peeta bastante convincente em sua complexidade de sentimentos.
No mais, só digo uma coisa para os amigos que se recusam a conferir o filme por acharem que é apenas uma cópia de Battle Royale ou mais um filmezinho bobo pra adolescentes: Vocês tão se privando de uma das experiências mais interessantes do cinema de entretenimento recente. Já quem tem uma cabeça mais aberta e não se deixa enganar pelo marketing apelativo, Jogos Vorazes é uma ótima dica de filme.Este review é apenas um registro das impressões de um jovem estudante de Jornalismo, e não de um estudioso ou crítico de cinema. Levando isso em consideração, sintam-se à vontade pra discordar.  
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Uma das experiências mais agradáveis que se pode ter com o cinema é ir assistir um filme sem muitas expectativas e se surpreender com o resultado final. Foi exatamente isso o que aconteceu comigo ao assistir Jogos Vorazes nessa última sexta. O motivo do meu pessimismo? O marketing imenso (diria até anti-marketing) que fizeram em torno do filme, vendendo-o como um “Novo Harry Potter e Crepúsculo”.

A estratégia da produtora nacional visa um público bem delimitado, mas pode acabar se mostrando um tiro no pé ao afastar das salas um público que não suporta essas duas séries, cuja única semelhança com Jogos Vorazes é o fato de serem adaptações pro cinema de livros pro público jovem.

E por falar em comparações, a velha polêmica em torno de Jogos Vorazes ser uma cópia de Battle Royale se mostra bem capenga, uma vez que as duas obras possuem naturezas bastante diversas. Enquanto a violência é vista na obra japonesa como fetiche, em Jogos Vorazes ela é apenas uma forma de reforçar o sofrimento daqueles que se opuseram/opõem ao sistema injusto que domina o mundo onde a trama se desenrola.

Não vou perder tempo aqui fazendo um resumo da história, a única coisa que preciso ressaltar é o tom deliciosamente subversivo e o ritmo dado à trama. Sem se prender ao discurso político barato, a história de Suzanne Colins nos leva a refletir sobre a a selvageria da sociedade do espetáculo, a forma como símbolos são criados e como o desejo de revolta é motivado também por pequenos gestos, tudo isso na dose certa para uma obra de entretenimento.

Quem já teve contato com os livros vai se sentir revisitando as páginas da obra, uma vez que a própria autora é uma das roteiristas do filme. O que garante que mesmo as cenas que não estavam no livro se encaixassem no filme de forma orgânica, como os diálogos do Presidente Snow com o organizador dos Jogos, Sêneca Crane e, principalmente, a cena envolvendo um dos Distritos que vêem logo após a morte mais dolorosa do filme que, aliás, é de partir o coração.

Outro motivo que contribuiu para a boa adaptação do filme foi a escolha dos atores, que não poderiam ser mais acertada. Quando digo isso me refiro especialmente à dupla de personagens principais. Jennifer Lawrence constrói sua personagem com maestria, e me arrisco a dizer que a Katniss do filme é bem mais interessante que a do livro, talvez por vir amparada pela beleza e charme irresistível da atriz. Já Josh Hutcheston foi uma surpresa pra mim, eu esperava uma atuação bem mais canastrona, e o que vi foi um Peeta bastante convincente em sua complexidade de sentimentos.

No mais, só digo uma coisa para os amigos que se recusam a conferir o filme por acharem que é apenas uma cópia de Battle Royale ou mais um filmezinho bobo pra adolescentes: Vocês tão se privando de uma das experiências mais interessantes do cinema de entretenimento recente. Já quem tem uma cabeça mais aberta e não se deixa enganar pelo marketing apelativo, Jogos Vorazes é uma ótima dica de filme.


Este review é apenas um registro das impressões de um jovem estudante de Jornalismo, e não de um estudioso ou crítico de cinema. Levando isso em consideração, sintam-se à vontade pra discordar.  

    • #review
    • #jogos vorazes
    • #hunger games
    • #cinema
  • 2 months ago
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Mr. Barefoot - by OCarlitos

Uma ilustra com traços e cores bem mais leves do que as que eu costumo usar. E sinceramente, gostei muito do resultado. Vou tentar fazer mais algumas nesse estilo.

    • #Illustration
  • 2 months ago
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Cartoon Posters #4: Drive.
Surely one of the best movies of 2011.
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Cartoon Posters #4: Drive.

Surely one of the best movies of 2011.

Source: ocarlitos.com

    • #cartoon
    • #poster
    • #movie
    • #Drive
    • #Illustration
  • 3 months ago
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O Destruidor de Egos

“”Se a vida deve existir em um Universo desse tamanho, uma coisa básica que não se pode entender é a dimensão das coisas.” (Douglas Adams)

Quem já leu a série de livros d’O Guia do Mochileiro das Galáxias conhece o aparelho de tortura supremo que chamam de “Vórtice da Perspectiva Total”. Ele é um dispositivo em que a pessoa submetida a ele passa a ver em perspectiva o seu tamanho em relação a todo o restante do Universo. O choque de se ver comparado com a imensidão de toda a criação seria tamanho que o cérebro da pessoa fritaria como ovo.

Pois bem, o pessoal do HTwins.net criou uma animação em flash na qual você pode ver uma escala comparada entre o tamanho de uma infinidade de coisas, variando de um quantum até galáxias e o restante do universo. Clique no link e navegue usando o scroll do mouse ou as setas do teclado. Simplesmente assustador.

  • 3 months ago
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Eu sou o Carlitos. Meio cartunista, meio ilustrador, meio designer, meio megalomaníaco.


I'm Carlitos. Kinda cartoonist, kinda illustrator, kinda designer, kinda megalomaniac.

email: carlitos@caldeirao.org

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